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quinta-feira, 5 de abril de 2012

CAPELANIA ESCOLAR EM ESCOLAS PUBLICAS E NÃO CONFESSIONAIS: UM MODELO DE ACONSELHAMENTO SOLIDÁRIO E SOCIAL

PROJETO SOCIO-EDUCATIVO
CONVERGENCIA DE VIDAS
Refletir a Vida e Vivências Na Escola
Capelania Cristã nas Escolas Públicas e Não Confessionais






            O tema da Capelania Evangélica sempre me cativou muito desde os tempos de seminário. Lembro-me do período de estágio da disciplina de Poimênica (Aconselhamento Pastoral), quando nós estudantes de Teologia tínhamos que cumprir certo número de horas no Hospital Evangélico de Belo Horizonte, auxiliando o Capelão dali ao serviço religioso da visitação, dos cultos, e do aconselhamento solidário aos enfermos, parentes, enlutados, funcionários, etc. Lembro-me que tinha dias que saía do Hospital refletindo a vida e agradecido a Deus por ter saúde e família saudável, principalmente quando nos dias que era escalado para visitar a ala da pediatria e da hemodiálise.

              Quando cheguei a Canela/Gramado-RS para assumir o meu primeiro campo, pioneiro, onde iria plantar uma igreja do “zero”, os primeiros casos complicadíssimos de aconselhamento que me deparei no “gabinete” (nem isso tinha) me levou a um "frio na espinha" e um ar de desespero quase indisfarçável. Foi aí que resolvi procurar ajuda e me inscrevi no curso Lato Sensu de Aconselhamento e Psicologia Pastoral da EST de São Leopoldo/RS (2006-2008). 

Ajudou, mas confesso, não me sinto, e acho que nunca me sentirei preparado para essa função de ser conselheiro, pelo simples motivo que ao tratar de problemas da fragilidade humana estou tratando de problemas que somente a graça de Cristo pode resolver. Em outras palavras, nós pastores, conselheiros, psicólogos cristãos, terapeutas familiares, e outros, por mais que busquemos o conhecimento acadêmico, a aprimoração da função, que é louvável e altamente desejável, sem a unção do Espírito Santo de Deus para tal tarefa, sem a intervenção milagrosa da graça divina, somos reféns da soberba e prepotência de acharmos que nossa sabedoria e experiência de vida basta para levarmos alguém a algum lugar de segurança e felicidade. 


Por isso, sempre que me encontro em alguma tarefa de aconselhar alguém, seja membro da igreja, um parente, um amigo, estranho, qualquer pessoa, me coloco totalmente refém nas mãos do Maravilhoso Conselheiro, o Príncipe da Paz, é ele, tão somente ele, que coloca palavra de sabedoria em nossas bocas, porque ele tudo vê, tudo sabe e tudo pode. A ele, o Senhor da Glória, que nos desvenda o mistério de sua graça, honra, glória e majestade!

De onde surgiu a ideia de desenvolver uma Capelania Escolar em Escolas Públicas? 

Bem, eu não posso afirmar quanto as outras instituições, nem mesmo se a ideia é original no meio presbiteriano, só sei que no meu ministério isso surgiu depois da visita de seminaristas e diretores de nossos seminários do JMC e do SPN (Rev. Ageu e Rev. Marcos André) que lideravam o projeto "Despertando Vocações", e estiveram em Canela no mês de julho de 2009, quando visitamos algumas escolas do município. Entre elas a Escola Municipal João Alfredo, onde a Diretora Profª Lourdes nos recebeu de braços abertos. Ali, conversando com o corpo docente, percebi uma oportunidade de oferecer um serviço cristão dentro da Escola. Formatei um projeto, e com o apoio da Profª Lourdes e da Orientadora Educacional Profª Márcia, apresentei o mesmo a Secretaria de Educação do Municipio, que após examinar o projeto por alguns dias, autorizou nossa presença dentro da Escola. 


No ano de 2010 tivemos a oportunidade de atender dezenas de alunos e o resultado foi registrado em depoimentos dos próprios professores, conforme página desse blog. Pena não poder ter prosseguido com o projeto, uma vez que retornei para Belo Horizonte em 2011. Mas as portas ficaram abertas para que outros pudessem dar continuidade ao que eu, pela graça de Deus, iniciei ali.

                 
 Coloquei nessa página um modelo que pode ser copiado e adaptado como projeto para implantação de Capelania em Escolas Publicas e Não Confessionais. Estou estudando o tema para uma dissertação de pós-graduação. O texto escrito no corpo do projeto não é de todo da minha autoria, mas de várias pessoas que trocaram e-mails comigo em dois anos de convivência na NET. Não sei com certeza se é de fonte original. Estou pesquisando, ainda não encontrei. Posso garantir que de minha parte não plagiei, mas acredito que deve ter um autor. Por isso se alguém que ler meu Blog identificar a fonte,  faria grande favor a mim, aos leitores, e ao autor, para que pudesse dar os créditos. 

              Uma pessoa que compartilhou esse texto comigo, que prefiro não expor aqui, me disse ser dela. Porém, já encontrei esse texto em outro Blog de um colega do Norte. Mandei um e-mail para ele perguntando a fonte e o mesmo nunca me retornou. Por isso, acho que também não é dele. Situação difícil! Um dia o autor verdadeiro aparece. Pra não ser injusto, vou considerar por enquanto, autor desconhecido. 

                Peço apenas, a gentileza, daqueles que se utilizarem desse modelo, que postem no campo comentário, seu nome, email, função, igreja, e observações. Podem apresentar criticas, sugestões e testemunhos que venham a enriquecer nossa proposta.

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