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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O QUE A MÍDIA NÃO DIZ SOBRE A MORTE DE YURI - FILHO DE TATI QUEBRA BARRACO

Foi morto a tiros nesta madrugada deste domingo, dia 11 de dezembro, na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, o filho da famosa funkeira Tati Quebra barraco. Uma tragédia humana familiar, considerando que o rapaz tinha apenas 19 anos. Contudo, não se trata de um acidente, uma fatalidade, ou, como estão querendo mais uma vez passar a opinião pública, um ato covarde de abuso da Policia Militar. O que aconteceu já era previsível. Alguém que escolhe a vida da criminalidade, da violência do tráfico e o desrespeito as instituições de segurança pública, mais cedo ou mais tarde, colherá os frutos amargos de sua escolha. É a famosa lei da semeadura. Neste caso, Yuri colheu a morte no confronto com a polícia. 

De acordo com o comandante da UPP Cidade de Deus, capitão Daniel Cunha Neves, os policiais da UPP Cidade de Deus foram até a localidade para checar denúncia de tráfico de drogas. Chegando ao local, foram recebidos a tiros pelos criminosos. Segundo Neves, além de Yuri e Jean, havia outros cinco bandidos.

No local onde houve o confronto, foram encontrados dois radiotransmissores, uma pistola e drogas. Na semana passada, na Quintanilha, houve outro tiroteio, que terminou com quatro presos. Os criminosos estariam tentando implementar uma boca de fumo no local.

Yuri era um jovem que já tinha sido condenado pela justiça por crimes. Não se trata, portanto, de um jovem trabalhador de periferia. Mas um criminoso condenado que usufruía o beneficio do sistema de viver em liberdade concedida pela progressão de regime penal.  Ele foi preso em flagrante, em novembro do ano passado, por furto qualificado, mas ganhou liberdade oito meses depois. Lamentamos pela dor do luto da família, mas Yuri é o caso típico daqueles que enredam pela carreira do crime para fazer fama, poder e dinheiro. Ele não é vítima da sociedade, por ser preto e de periferia (porque pobre ele não era). Não era alguém que se possa dizer não ter tido oportunidades na vida. Sua mãe, uma artista famosa, de uma arte muito duvidosa (funkeira), era uma pessoa bem-sucedida no seu ramo, e tem uma vida financeira confortável, ao que parece.

Quem melhor pode dizer quem foi este moço são pessoas que conviveram de perto com o terror que ele e sua gangue impingiam. Vejam, o depoimento em “print” de uma senhora, provável vizinha do traficante Yuri, e tirem suas próprias conclusões:


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