sábado, 16 de novembro de 2013

PETISTA DIZ QUE É PRESO POLÍTICO EM PLENO GOVERNO PETISTA. ISSO PODE?





Excelente ponderação do jornalista Lauro Jardim da VEJA.COM sobre o fato de José Genuíno bradar a plenos pulmões que se considera um preso político: "Mas um “preso político” no governo do PT e sob um STF que tem oito entre seus onze integrantes indicados por presidentes da República petistas?"

Em termos mais simples: Um ex-presidente do PT, Deputado Federal do PT é um preso político sob o governo do PT???? Me explica melhor que eu quero entender... Total incoerência! Teatro para o público geral.

Tal questionamento serve pro Zé Dirceu também.

Esperar coerência inteligente de PTistas é a mesma coisa que procurar habitantes em Marte. Um partido que quando alçado ao poder trocou tudo que levantava como bandeira, incluindo a ética na política, pelo pragmatismo populista e corrupto, fazendo aquilo que condenava em outros, e pior, como "nunca jamais se viu na história deste país" (lembra de alguém??!), coerência é um vocábulo excluído do dicionário PTista, tal como "honesto", "verdade", "vergonha", "lisura", "democrático", "ético", entre outros..

terça-feira, 25 de junho de 2013

CORRUPÇÃO - O PROBLEMA ESTÁ NO DNA!






CORRUPÇÃO - O PROBLEMA ESTÁ NO DNA!
“Não há temor de Deus diante dos seus olhos. (...) Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3.18,23  ARA). 

O Brasil parece estar mudando. Para pior, ou melhor? Ainda não sabemos, mas é evidente que não é mais o mesmo. Tudo começou com a deflagração do movimento passe livre em São Paulo, onde uma multidão, principalmente de jovens, foi convocada pelo que deve ser hoje o meio mais democrático e eficaz de comunicação instantânea e sem censura: as redes sociais, em especial o Facebook. O que vimos ultrapassou a reivindicação inicial, que parecia um tanto quanto tola  congelar as tarifas do transporte público em São Paulo, recuando um aumento decretado de R$0,20 (vinte centavos). Um fenômeno social, uma convulsão, levando pessoas de diversas faixas etárias e social às ruas, tomou conta inicialmente de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Depois se alastrou por diversas outras capitais e cidades de nosso país, não sendo mais possível mensurar o número de participantes do movimento. 
Infelizmente, aquilo que deveria ser um simples clamor popular por mudanças radicais na forma com que os governos administram pessimamente os altíssimos impostos que o povo brasileiro paga; um brado de insatisfação e tremenda indignação contra a corrupção e os gastos hiperfaturados relacionados à Copa das Federações, do Mundo e as Olimpíadas, passou a ser também um reduto confortável para infiltração de elementos estranhos, comandados sabe lá por quem, para promoção do vandalismo, saques, depredações de patrimônio público e privado, e enfrentamento das forças policiais, tumultuando e desvirtuando o propósito real e original dos movimentos de protestos populares nas ruas do país. 

A questão que se coloca a todos nós como imperativo de reflexão é: o que de fato precisa mudar em nosso país?
Muitos vão responder, até com legitimidade, que os governos precisam mudar. Executivo, Legislativo e Judiciário precisam de mudanças radicais. O povo cansou de ser explorado, espoliado, injustiçado e desrespeitado. Tudo bem! Somos concordes nisto. Mas a mudança verdadeira será promovida de cima para baixo? Sendo mais claro, será que somente políticos, governos e judiciário precisam mudar sua postura, índole, caráter e atitudes? Absolutamente NÃO! A ferida é mais profunda, o câncer moral e ético já tem metástase, e dilacera toda sociedade brasileira.

O problema está no DNA do povo brasileiro.
Somos o povo do “jeitinho”, das infrações contra todo e qualquer tipo de lei. Somente no nosso país se ouve dizer de “leis que pegaram”. Somos o típico povo que gosta de levar vantagem em tudo, salvo raras exceções. Somente no Brasil existe o superlativo “honestíssimo”, incoerência total. Não basta ser honesto (substantivo), é preciso ser “honestíssimo” (superlativo qualificador). Somos o povo que fura fila, que para o carro em fila dupla e desrespeita o direito de ir e vir de outros. Somos um povo idólatra desde a colonização. Pior, somos o povo que elege corruptos, ficha suja, gente que não se cansa de nos roubar. E depois, queremos mudança? Que moral temos? 

A mudança precisa começar em nós!
A verdadeira mudança da cultura do oportunismo e da corrupção de nosso país só será possível se ela for deflagrada no indivíduo, na célula familiar, nas comunidades de bairro, em nós mesmos, no nosso vizinho. Sou pessimista quanto a isto. Não vejo outra possibilidade de real mudança se não passar pela obra de Cristo, pela regeneração do Espírito Santo, que implanta na vida de pecadores mortos a vida de um Cristo vivo. O caráter, a cultura pecaminosa, o modus operandi do mal, só podem ser removidos, transformados e alinhados a uma ética verdadeiramente cristã, que remonta a um padrão moral elevadíssimo, se for operado um milagre de Deus – o novo nascimento!

“Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros. Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira;  nem deis lugar ao Diabo.  Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tem necessidade. Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Toda a amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmia sejam tiradas dentre vós, bem como toda a malícia. Antes sede bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Efésios 4.25-31  ARA).

Alguém poderia perguntar: “Então, somente se todo o povo brasileiro se converter a Cristo de fato é que teremos mudanças dignas de transformar nosso país?” Não! Seria utópico imaginar, apesar de não ser totalmente impossível, que toda a nação se voltasse para Cristo. Penso que bastaria uma mudança profunda naqueles que já se intitulam “cristãos”, uma reforma bíblica, um genuíno arrependimento, confissão de pecados, e tomada de atitudes de obediência à Palavra de Deus, para que essa parcela consubstancial de “cristãos” influenciasse positivamente toda a nação brasileira.  Não precisamos ser a maioria do nosso povo para promoção de mudanças. Precisamos ser apenas fiéis, diligentes, convictos, militantes, para que o testemunho de Cristo provoque mudanças que nenhuma passeata, marcha, protesto, etc. e tal, haverá de fazer.
"Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne, pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo; e estando prontos para vingar toda desobediência, quando for cumprida a vossa obediência" (II Coríntios 10.3-6  ARA).
Neste momento de convulsão das ruas, o que precisamos fazer é usar armas poderosas, eficazes e sobrenaturais – a oração do justo! “Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo”. (Tiago 5.16  ARA).
“... e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra” (II Crônicas 7.14  ARA).
"Exorto, pois, antes de tudo que se façam súplicas, orações, intercessões, e ações de graças por todos os homens, pelos reis, e por todos os que exercem autoridade, para que tenhamos uma vida tranquila e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Pois isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador" (I Timóteo 2.1-3  ARA).

Deus tenha misericórdia de nós!

Rev. Afonso Celso de Oliveira


sexta-feira, 21 de junho de 2013

QUE PAÍS É ESTE?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

CRISTO ME REPRESENTA!




CRISTO ME REPRESENTA

Com o acirramento da discussão nas redes sociais e outras mídias do tema ligado as questões homofóbicas e direitos de minorias, se é que de fato a questão se polariza nisso, temos visto uma enxurrada de “cartazetes” publicados, replicados e compartilhados com dizeres “Feliciano me representa”, “Feliciano não me representa”, “Jean Willys não me representa”, “Jean Willys me representa”, “Quem quer Jean Willys fora do Congresso compartilha”, e por aí vai. Tudo besteira! E explico.


Em primeiro lugar, todo parlamentar eleito pelo voto democrático é um representante legítimo do povo brasileiro, quer queira o cidadão, ou não. Seja qual for a preferência partidária, ideológica, filosófica ou religiosa, uma vez eleito e empossado, o cidadão agora investido de autoridade parlamentar é um representante do povo e ponto final. Dizer que fulano ou beltrano me representa ou não me representa é uma retórica típica de um povo semianalfabeto que desconhece as regras parlamentares. O que o povo, todos nós precisamos aprender é a escolher melhor esses representantes no ato do voto eleitoral. Depois de eleito meus queridos, “bláu, bláu...”, só na próxima legislatura, ou através de um processo de impeachment, que todos sabemos que para sua instalação e conclusão é mais fácil o homem chegar em Marte e ali se instalar do que os nossos “representantes” caçar seus colegas por quebra de decoro parlamentar.


Segundo, é triste ver cristãos encabeçando e promovendo campanha de disseminação de ódio e repúdio contra a pessoa do Dep. Jean Willys quando repassam esses anúncios nas redes sociais fomentando o desejo de retirar esse deputado de seu posto legitimamente conquistado pelo voto popular. Assim como não se pode retirar o Dep. Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, é contraditório que aqueles que defendam Feliciano, mesmo em nome de uma causa justa, a defesa da honra da família, proponham um expediente ilegal, a deposição de um deputado que foi eleito de forma correta.


O que todos se esquecem é que as Escrituras preceituam os deveres dos cristãos para com suas autoridades, sejam elas boas ou más. O apostolo Paulo deixou isso claro em Romanos quando disse: “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.  De modo que aqueles que resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação”. (Romanos 13.1-2)


Podemos, e devemos ser contra os projetos de lei que firam os princípios morais e éticos da Palavra de Deus. Temos o direito legal e constitucional de manifestação pacifica contra pontos que se opõem a moral e a consciência de fé, pessoal e de coletividade. Podemos mobilizar a sociedade civil a se engajar por causas que sejam justas, ou para se opor a causas injustas usando expedientes legítimos e amparados pela Constituição. Mas não devemos cair no laço do diabo e propor expedientes ilegais, travestidos de campanhas nas redes sociais, que nada mais são do que tentativas de golpes de deposição contra autoridades legitimamente constituídas por Deus.


Por fim, sabe quem nos representa de fato e de verdade? Cristo! Ele é o nosso intercessor, advogado, supremo vicário, Cordeiro de Deus, Senhor e Deus. Confiemos mais nele e descansemos em sua Soberania. Sejamos mais obedientes a Ele e atendamos as suas ordenanças que são claras quando diz que devemos orar por nossos inimigos e abençoar aqueles que nos maldizem. Sobre o pobre e infeliz Dep. Jean Willys, e todos que são afinados a seu discurso e ideologia, o que nós cristãos temos que fazer e compartilhar é “VAMOS ORAR POR ELES”. Nossas armas não são carnais, antes espirituais. Quem gosta compartilha!


À Deus toda Glória!



Rev. Afonso Celso de Oliveira

quarta-feira, 24 de abril de 2013

REV. MARCOS AMARAL x DEP. MARCOS FELICIANO



DECLARAÇÕES INFELIZES DO REV. MARCOS AMARAL

Sobre as declarações do Rev. Marcos Amaral, pastor presbiteriano da IP Jacarepaguá, presidente do Sínodo Guanabara, sobre a suposta afirmação de que "se fosse Deus aplicaria um derrame cerebral em Marcos Feliciano", nós, colegas e membros da Igreja Presbiteriana do Brasil, se confirmado isso, só temos que lamentar, e muito! Foi de uma infelicidade total!



Ao mesmo tempo pessoas irresponsáveis, autores de blogs sensacionalistas, aproveitam essa "infelicidade" para espalhar esse tipo de noticia na rede depondo contra a nossa denominação, pois atribuem ao pensamento do dito pastor como se fosse o posicionamento oficial de toda a Igreja Presbiteriana do Brasil, o que não é absolutamente verdade.


As opiniões do Rev. Marcos Amaral, pastor presbiteriano do Rio de Janeiro, não representam o que de fato é o pensamento e o procedimento ético da Igreja Presbiteriana do Brasil. 


Em minha opinião, que justiça seja feita, não representa a opinião oficial da IPB, mas de uma pessoa livre e responsável por aquilo que diz e publica, o que nós temos na verdade é um colega pastor que há muito está deslumbrado com o fato de ter sido alçado ao status de celebridade pela Rede Globo, e sempre que pode não perde a oportunidade de criar polêmicas com declarações, no mínimo infelizes, que mais depõem contra a fé cristã do que edificam o Corpo de Cristo, e não fazem bem a sociedade brasileira. Rev. Marcos Amaral perdeu uma boa oportunidade de ficar calado ao dizer o que disse de forma tão impiedosa. Mas nós pastores presbiterianos não podemos nos calar agora que a instituição é colocada como autora de uma infâmia como esta.


Rev.. Afonso Celso de Oliveira - Pastor Presbiteriano

segunda-feira, 22 de abril de 2013

NOVOS MEMBROS - IP NOVA SUÍÇA



DEUS ACRESCENTOU NOVOS MEMBROS A SUA IGREJA


Ontem, dia 21 de abril de 2013, foi uma data muito especial na história da Congregação Presbiteriana Nova Suíça. Tivemos um culto abençoadíssimo! Deus em sua mercê e graça acrescentou ao seu rebanho onze novos membros. Casa cheia, muitos visitantes, os membros da igreja em festa, jubilosos porque Deus encheu nossos corações de alegria. Como é bom poder experimentar dessas benesses de ser testemunha da história da plantação de uma nova igreja. Ver in loco o surgimento de uma nova comunidade cristã, fruto da visão missionária, empreendedora da Primeira Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte, que ao longo dos seus cem anos de existência contribuiu direta e indiretamente para o surgimento de mais de 200 igrejas presbiterianas na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, no Brasil e no Mundo.


Foram recepcionados por profissão de fé os irmãos Elza Maria do Nascimento Soares, Larissa Martinez Souza; Levi Venâncio da Silva, Silvânia de Oliveira Silva, Gustavo Venâncio de Oliveira, Christiane Silva Oliveira; e, André Filipe Gonçalves Lança. Por batismo e profissão de fé: Robson Ribeiro Soares; e os infantes por batismo: Vinicius Venâncio da Silva e Yasmin Martinez Souza. Além desse grupo de irmãos que aderiram a confissão de fé reformada da Igreja Presbiteriana do Brasil, recebemos por transferência a pedido, oriunda da Igreja Presbiteriana do Eldorado, a jovem Renata Anacleto Gontijo.

O culto não seria completo se não tivéssemos sido plenamente alimentados por excelente exposição da Palavra de Deus, que ficou sobre a responsabilidade competente do Rev. Gustavo Quintela Franca, pastor auxiliar da Primeira Igreja, que nos trouxe a reflexão bíblica com base no texto do primeiro capitulo do profeta Ageu e desenvolveu o tema sobre “As características de um verdadeiro avivamento”.



Encerramos a noite com uma confraternização após o culto onde pudemos abraçar os irmãos, novos membros e conhecer os visitantes da noite. Nossa expectativa é de que em breve teremos outro grupo tão expressivo como esse para ser recebido novamente, visto que Deus continua acrescentando a cada semana pessoas novas á congregação Nova Suíça, e essas estão sendo discipuladas com vistas a assumirem o pacto de membresia com a Igreja, para honra e glória do nome de nosso bom Deus.








Estamos felizes! Louvado seja Deus!


Rev. Afonso Celso de Oliveira
Pastor Plantador / Congregação Presbiteriana Nova Suíça

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